Fala, Ludonautas!
Hoje quero conversar com vocês sobre um tema que tem ganhado muito espaço na minha mesa: a força dos jogos solo. Vi um vídeo do Dr Roberto Coelho recentemente que descrevia esses jogos como verdadeiros “amigos psicológicos”, e essa definição não poderia ser mais certeira. Jogar sozinho é uma ferramenta poderosa de autoconhecimento e uma ótima forma de não depender de ninguém para colocar o hobby em movimento. Para quem mora sozinho ou está enfrentando a solidão, sentar à mesa com um bom desafio é uma maneira incrível de ocupar a mente de forma ativa, ajudando a transformar momentos solitários em jornadas épicas de superação pessoal.
Um dos melhores exemplos dessa experiência é O Senhor dos Anéis: Jornadas na Terra Média. Ele é um jogo totalmente cooperativo que, graças ao suporte de um aplicativo que controla os inimigos e revela o mapa, permite que você escreva sua própria lenda na Terra-Média de forma totalmente solitária. É uma companhia perfeita para viagens longas, onde o aplicativo atua como seu guia por florestas e vales icônicos. Você faz escolhas corajosas e enfrenta o mal no seu próprio ritmo, provando que uma campanha emocionante pode ser tão recompensadora sozinho quanto acompanhado.
Outro gigante que brilha no modo solo é Terraforming Mars. Nele, você assume o controle de uma corporação com a missão monumental de tornar Marte habitável. Sozinho, o jogo se transforma em um quebra-cabeça de gerenciamento de recursos e otimização, onde você deve equilibrar a compra e execução de mais de 200 projetos diferentes para aumentar o oxigênio, a temperatura e os oceanos do planeta. É o tipo de jogo ideal para quem quer um desafio denso de estratégia para preencher o tempo, competindo contra o próprio sistema do jogo para alcançar marcos e prêmios antes que a terraformação se complete.
Eu jogo muito com meus filhos, mas confesso que essas sessões solitárias são o meu momento de “fuga da realidade” e relaxamento. É um investimento na sua própria saúde mental ter títulos que permitem esse mergulho profundo, seja explorando cenários fantásticos ou transformando planetas inteiros. Para quem vai encarar uma viagem longa ou apenas quer curtir a própria companhia em casa, esses dois jogos são recomendações obrigatórias que mostram que a solidão pode, sim, ser preenchida com muita estratégia e diversão.
Abraços!



