Poucas Unidades, Preços Abusivos, Escassez Intencional?

Ah, sobre a incineradora, perdão. Conheço uma pessoa, que conhece uma pessoa, que conhece umas pessoas que trabalham lá (seis níveis de kevin bacon?). E disseram que houve a compra do equipamento. O resto é viver para saber.

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era sobre a incineradora mesmo, realmente acho bizarro se for real e a função de fato seja pra destruir cópias excedentes. Acho que seria mais responsável deixar claro que é rumor, e não mencionar no meio da thread como se fosse algo factível e de conhecimento geral :sweat_smile:

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É verdade. Eu sou a incineradora

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Quem entrega a fonte, perde.

Mas acho que a gente pode apostar que não é um picador de papel absurdamente caro e mais poluente para notas fiscais antigas que podem ser recicladas.

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Embora eu não conheça nada específico no mercado de jogos de tabuleiro, já existe hoje na área de Marketing discussão acadêmica e pesquisas sobre o uso dessa “escassez” intencional e controlada aliada a bons instrumentos de publicidade como estratégia empresarial. Na verdade, em alguns ramos produção e circulação de produtos específicos (em geral caracterizados por mercado de produtos de alto valor agregado e que tem públicos bastante específicos) é uma estratégia comum.

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Sei que não é exatamente o ponto do tópico, mas Revive foi lançado lá para janeiro/24. Demorou uns 12 meses para sumir do mercado, então não acredito que tenha sido o caso desse jogo. Seria legal ter a opção de comprar o jogo quando quiser? Claro. Mas na prática o custo de manter o estoque não fecha a conta.

Enfim, bestmark/across the board tem feito um bom trabalho e achei pertinente comentar, pq dá a entender que eles estão fazendo esse tipo de prática.

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De verdade, o Revive parece um caso interessante. Pq e um jogo bom (muito melhor com a expansao). Mas so veio chegar no BR com quase 2 anos de atraso (ele e de 2022).

Entao quem queria de verdade, provavelmente ja tinha pego la fora (pelo menos e o que ocorreu com todo meu grupo de jogo). Entao teve uma sobra de estoque, o que fez o preco cair (e caiu bastante):

Ate recentemente, onde aparentemente desovou o grosso do estoque, e ja disparou no preco pela dificuldade de achar. Mas, ficaria surpreso se a editora considerar esse prazo e quedas de preco um sucesso.

Novamente, nao e pq o jogo nao e bom, apenas pq levou tempo demais para chegar por aqui, e perdeu uma fatia grande do mercado, alem de ja ter muito do hype consumido la em 2022.

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Mais de 100 reais por um jogo de baralho, que muitas vezes é uma imitação de um outro de forma disfarçada é o maior absurdo que vejo. Eu não compro esse tipo de jogo a esse preço. Exemplo é o Scout e os jogos da Oink games. Adorei Scout, mas não pagaria mais de 100 reais. Tenho porque foi um presente de aniversário.

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Voce nao esta sozinha. Estou esperando achar um scout por 50 pilas… ou 10 trumps se for la fora.

Mesmo a 50 pilas ja tem margem para o designer receber a parte dele, a editora, a fabrica e as intermediarias. Infelizmente sobra uma fracao meio grande de impostos nessa conta tb.

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Olha sou novo no cenário de boardgame, venho mais do RPG mas nisso ambos se assimilam, pois tá muito difícil chegar bons materiais para cá (BR) e quando vem se esgotam rápido, por exemplo estou querendo muito dois boardgames, que parecem o cometa Harley de tão raros que são: Heat to pedal metal, Northgard terras desconhecidas.
Muito triste a escassez desses bons jogos, resta ter que comprar de quem está disposto vender 2° mão, bem mais caro do que o valor de lançamento

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Eu sou suspeito pq adoro jogo 4x. Entao acho o Northgard muito bom. Dinamico, cheio de treta, rapido, e com um deck building bem legal.

Sei q deve ter reprint dele em breve, pq anunciaram um KS da expansao onde terao copias dele para compra.. Quem sabe o jogo nao vem para o Brasil?

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