[Análise] Spirit Island

Spirit Island é um jogo cooperativo cujo objetivo é se tornar um espírito ancestral e utilizar os seus poderes para expulsar os colonizadores de sua ilha remota.

Destaques

  • Gera uma interação fantástica com os demais jogadores na mesa, mas também é um ótimo jogo solo.
  • Os poderes dos espíritos se complementam, formando combos.
  • Cada espírito tem habilidades e formas únicas de jogar.
  • A diversidade de espíritos e a fartura de cartas permite ampla rejogabilidade.
  • Muito estratégico, você sabe quais serão as próximas ações dos invasores e pode se planejar para tal.
  • Tem um volume de regras significativo, mas elas são coerentes e fluem naturalmente.

Limitações

  • Os componentes dos colonizadores não são de boa qualidade, para dizer o mínimo, e não casam com a estética geral do jogo.
  • É bem difícil. Se você não conhecer o espírito que está jogando e não combinar estratégias, alcançar a vitória será nada fácil.
  • Passa a sensação de enxugar gelo, mas é contornável se você conseguir controlar os invasores.
  • Tende a gerar paralisia analítica, que é quando o jogador interrompe o fluxo da partida para pensar sua jogada.

Conclusão
Spirit Island é um cooperativo excelente e você se sente pressionado pelo tabuleiro o tempo todo. Se você curte jogos cooperativos, Spirit Island é um item praticamente obrigatório na sua coleção.

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Pra um co-op, ser difícil deveria ser um ponto positivo, não?

Depende do tipo de público, não é todo mundo que gosta de jogos difíceis. Em um grupo mais family, Spirit Island pode não ser a melhor opção.

Eu concordo.

Co-op difícil é ruim, e só é pior do que uma coisa: co-op fácil! Hehe

Eu tenho jogado muito SI… na versão digital, no aplicativo oficial. Pra jogar na versão física eu acho o bookkeeping desse bem complexo!

Discordo da parte do difícil viu, acho esse jogo bem fácil se jogado no modo Normal, no modo iniciante, e mais fácil ainda se jogar com o cenário blitz, isso quer dizer que o jogo é fácil ? De jeito nenhum, pois uma das sacadas dele é ter os cenários e invasores diferentes que combinados podem gerar dificuldades que beiram o impossível. O modo blitz inclusive é o que eu mais indico para jogar uma primeira partida pois economiza tempo de explicação em regras (já que os poderes de fase lenta se tornam de fase rápida também) e acelera o tempo de partida, além de facilitar o jogo na minha opinião, logo quem gosta de coop pode ir nesse jogo sem medo, pois a dificuldade dele é perfeitamente adaptável.

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Retiro o que disse, o manual é bem claro e junto com as dicas nos tabuleiros e player aids fica nenhuma dificuldade em realizar a fase de manutenção ou controlar as ações, pelo contrário, por ter todos os componentes abertos na mesa gerou bem menos AP e o jogo fluiu melhor do que na versão digital!

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