Card games da shopee, mercado livre, são falsos?

Concordo, moralmente eu não me sinto em paz com falsificação, tento evitar ao máximo.

Comprei pois como sou novo nesse mundo dos BG achei que por ser um jogo de carta o preço importado era esse mesmo

Enfim, já pedi devolução kkkk

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Arthur, eu achei a sua pergunta super pertinente, ainda mais quando se está iniciando no hobby. Isso aconteceu comigo. Também não sabia diferenciar o que era falso de original.

Como mencionado aqui, falsificação é crime. E a compra é receptação que também é crime. Entendi e sei disso tudo. Todos que participam da criação do jogo, desde ilustrador, editora e criador, deixam de ganhar por isso. Daí, os jogos acabam encarecendo.

Contudo, toda vez que esse assunto é mencionado aqui, sempre tem alguém que faz um comentário mais ríspido, como se a sua pergunta fosse um crime, e como se você estivesse estimulando a compra de produtos falsificados. Se as pessoas ficam incomodadas com o tema, é só não responderem ao tópico.

Houve um membro do Compara Jogos, que já publicou um vídeo comparando jogos comprados no Brasil, com jogos comprados em sites de compra de lojas da China. Também gerou polêmica. E concordo, pois não se pode estimular compras em site que vendem jogos falsificados. Renato cordialmente mencionou no tópico citado sobre falsificação ser crime, assim como Danilo fez neste tópico.

Renato sanou minha dúvida em relação ao Scout, que eu achava que era original, mesmo vindo por site de compra internacional. Foi muito válido para mim.

Então, só para concluir, não achei sua dúvida inválida. Achei o tópico construtivo. Ninguém aqui é especialista. Contamos com a experiencia das pessoas que aqui estão.

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Amigo, pode olhar em vários, mas eu digo vários canais no YT, tem um monte que faz vídeos de regras, gameplay e review com jogos comprados da China.

Eu particularmente não ligo e digo mais, se vai economizar compre de lá mesmo.

O outra senhor ali disse que é crime e tal, mas isso passa pela Receita Federal toda santa vez, então se é crime manda prender todos lá também. Afinal, a justiça deveria ser “““““isenta e cega”””””.

Compra seu carteado sossegado de lá amigo, fica em paz. Talvez um Castle Combo passe a custar aqui uns 100 reais ao invés de quase 180; ou um Jaipur de 190 aqui passe a custar 100.

Mas enfim, enquanto for vantajoso para mim eu continuarei firme, forte e alegremente consumindo produtos deles. Pois nenhuma editora ou canal nacional pensa em mim.

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Não existe só os falsificados que são diferentes, tem também os que são desvio de produção (produz mais do que o pedido e separa pra eles venderem depois). Acho que tem bastante opção por preços bons de outros jogos para ninguém precisar ficar comprando jogo pirata, afinal ninguém PRECISA de um jogo específico. Dito isso, não incentivo a comprar jogos que saem caro e se for o caso compre o falsificado, só não vá depois passar pra frente sem avisar ainda, daí acho sacanagem. Eu só comprei jogos que nunca saíram aqui e não tem nenhum plano de sair e só dois também no começo do hobby (faz mais de 6 anos e ainda não tem qualquer plano de virem), então foi mais uma forma de ter acesso a um jogo que não temos acesso aqui de qualquer forma…Enfim, da China independente da qualidade suponha sempre que é falsificado porque desvio de produção tem os mesmos problemas (diria até mais) que a impressão clandestina do jogo

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Só pra que fique claro, pois parece que o contexto foi ignorado. Inclusive conversei com o Arthur no privado.

Não respondi na intenção de crítica-lo. Entrei no debate pois percebi que ele começou a ser “atacado” com posicionamentos irônicos por conta da pergunta dele. Nessas respostas, o assunto foi tratado como algo absolutamente normal e simples, incentivavel até. O fato é que, gostando ou não, fazendo ou não, continua sendo crime e isso não depende da opinião de ninguém. E menos ainda de eventual leniência de algum órgão fiscalizador. O fato do segurança do mercado fazer vista grossa por vc levar um produto sem pagar, não torna o ato em algo diferente de furto.

Podemos discutir a exoneração de funcionários da receita por deixar passar? Creio que sim. Mas ele não pode ser necessariamente acusado de receptação, pois o destinatário do produto não é ele.

No fim, esse aspecto é um fato, e não cabe viés de opinião. O que cabe viés de opinião é o aspecto moral da coisa e que cada um faz com a própria vida e como lida com a consciência. E isso não me cabe e nem me interessa.

Mas fiquem tranquilos pois não tenho nenhuma crítica ao Arthur. Ao contrário, só quis lembrar a quem o estava criticando que não se trata só de “deixar de ser bobo e economizar”.

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A pirataria sempre existiu no Brasil e, mesmo sendo crime, é algo ao qual o brasileiro acaba recorrendo, principalmente em itens considerados lazer ou “não essenciais”. Isso ocorre porque o poder de compra aqui é muito baixo para quem só quer um pouco de diversão. Foi assim com filmes, jogos digitais e tantos outros itens, e acho difícil que isso deixe de existir.

No entanto, existem formas de o mercado diminuir esse consumo, como tornar acessível ao brasileiro aquilo que hoje não é. Quando isso acontece, a pirataria deixa de compensar. Foi o que ocorreu com os jogos digitais, por meio de plataformas, promoções ou até gratuidade em alguns casos. Com os filmes, houve o surgimento dos streamings com preços acessíveis.

O que parece é que, quando as pessoas querem uma forma de adquirir seu joguinho de cartinhas para se divertir, aparece um monte de “fiscal do próprio hobby” para jogar o cara para baixo. Pô… às vezes são menos de 50 cartas por 180 reais, e você quer que alguém do interior do Brasil, que não é rico, aceite pagar isso? A resposta é sempre a mesma: “simplesmente não compre”. Tá caro? Não compre.

Cara, sejam felizes. A Oink Games é uma editora japonesa, minimalista… já vi jogo que nem precisaria de componentes sendo vendido aqui por 200 reais. Não quero incentivar a pirataria, pois realmente é crime. O que quero dizer é que existem jogos originais maravilhosos, bem produzidos, que compensam seus 350 reais. Já esses da Oink são sempre uma paulada no nosso bolso e, se a pessoa não quer cometer crimes, simplesmente não compra. Mas, se o mercado trouxesse esses jogos por um valor justo, esse crime sequer compensaria.

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Uma pergunta Danilo PnP entraria nessa lei? Ou somente visando comercialização?

Eu querendo fazer uns PnP de vilões do Marvel United

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Depende.

Alguns PnP são disponibilizados oficialmente pela editora/designer. Esses vc poderia imprimir para uso próprio, mas não comercializar.

Mas tem alguns arquivos de PnP que não são “oficiais”. São na verdade arquivos vazados da gráfica ou réplicas criadas por pessoas. Nesse caso, há uma propriedade intelectual que estaria sendo violada e, legalmente, também é crime.

Aqui também entra a mesma discussão sobre fiscalização, e até onde eu sei não tem nenhum caso conhecido de editora acionando judicialmente alguém q imprimiu para jogar em casa, mesmo que ainda possa ser considerado ilegal.

E chegamos novamente no ponto de valores morais. Nada impede ninguém, e mesmo sendo uma ilegalidade, acho difícil alguém ser processado.

A partir daí, é consciência de cada um.

Aliás, se não estou enganado já teve um tópico onde debatemos bastante sobre isso, aqui mesmo no fórum.

Nunca comprei cartas internacionais da Shoppee,isso seria loucura,mas os card games que comprei nacionalmente são totalmente originais,a Shoppee também tem lojas oficiais e/ou especializadas em jogos de tabuleiro e cartas

No fim, a conclusão é clara. Se o poder de compra do brasileiro fosse maior e as editoras pensassem também no consumidor, a pirataria não compensaria.

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