Black e o FOMO

Nao discordo. Somente que o texto realmente tinha um ritmo meio estranho. Por isso fui dar uma checada.

Apenas seria legal saber quando é texto gerado em AI e quando é escrito por pessoa.

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Prezado(a), agradeço por compartilhar seu ponto de vista. Eu compreendo o seu argumento, mas, sinceramente, considero pouco provável que alguém vá revelar se o texto foi, ou não, gerado por Inteligência Artificial. Nem tenho certeza se a utilização dessa ferramenta em si representa o problema principal.
Em alguns momentos, chego até a pensar que a IA poderia ser bastante útil, ajudando muitas pessoas a escrever melhor, ou pelo menos, a corrigir certos erros de ortografia, sintaxe, estilo. Parece-me inevitável que o uso de IA se popularize nesse sentido. Como é muito difícil controlar ou exigir total transparência sobre essa questão, eu prefiro sinceramente concentrar minha preocupação no conteúdo, dando menos peso à forma ou ferramenta utilizada. Pelo conteúdo do que se escreve, dá para saber perfeitamente, quem é quem. Ninguém vai falar de Bauman, sem conhecer Bauman. Vai ficar estampado que o conteúdo foi captado pela IA para satisfazer a falta de conhecimento do comentarista ou, simplesmente, para fazer comentários de efeito.
Quanto ao ritmo de comunicação que você mencionou, o que realmente me causa estranheza quando leio algo, é o excesso de emoticons, shuashuahashua!, kkkkkk! e outras tantas coisas vazias que parecem ter vindo para substituir a palavra. E mais: se observarmos com atenção, iremos notar que muitos comentários não comunicam nada de consistente; falta um raciocínio retilíneo, com começo, meio e fim, que possa de fato agregar valor ao leitor e, muitas vezes, as conclusões são totalmente equivocadas e não decorrem de premissas claras.
De fato, se este é o ritmo normal da escrita atualmente, talvez eu esteja bem desatualizado… Torço para que este fórum, aprecie um pouquinho isso. Se não, uma pena! Mantenho a calma, levanto a cabeça e sigo em paz, como sempre. Cordialmente.

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Em 5 anos usar aí vai ser como bater texto em Word e hoje em dia, é impensável alguém fazer de jeito diferente.

Mas acho importante identificar o que é AI, o que é autoria humana. Por que existe uma diferença grande na questão de qualidade de evidência usada, especialmente em casos de AI com prompts muito “soltos”?

Além de clara da questão de falta de sequência para um argumento que é muito comum em textos humanos.

Minimamente, existe uma questão ética para reconhecer qual a autoria dos textos.

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Concordo com o joguemos mais, compremos menos. Na Black Friday, comprei dois jogos que já estavam na minha lista de desejos há um tempo e são temáticas que eu adoro: Safra Ideal e Comic Hunters. Ainda existem alguns na minha lista de desejos, como Planeta Desconhecido, Setup, Alien Attack. Mas os valores ainda estão altos pra mim, além de achar que alguns não verão muita mesa por aqui.

Ainda tenho jogos lacrados que precisam ser estreados. Então, focarei em jogá-los antes de comprar algum jogo mais robusto.

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É isso! Bora jogar que, no fim das contas, é o q importa.

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Olha que interessante que apareceu hoje nos meu robozinhos de coletar as noticias:

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Uma coisa que me incentiva a comprar mais jogos são os descontos/cupons e promoções, logo, se tenho interesse após pesquisar e está bem abaixo do seu preço padrão eu sinto vontade de comprar. Mas se eu segurar a vontade de gastar por 1 semana ou 2, ela vai passar kkkk
Esses dias entrei de novos nos sites e estou sem vontade nenhuma de comprar algo, estou com o mesmo sentimento do @Flipom kkkk

É o puro consumismo descrito pelo @ogregori , mas irei citar outro pensador famoso a partir da visão de Nassim Nicholas Taleb pela obra “A Lógica do Cisne Negro”, que cita a antibiblioteca de Umberto Eco, sendo uma coleção de 30 mil livros com o intuito de não ser um símbolo de status ou um apêndice para inflar o ego, mas sim uma ferramenta de pesquisa. Será que poderíamos ter a mesma lógica para uma coleção de 30 mil board games? Acabaríamos entrando no conceito do “Valor do Desconhecido”, onde livros já lidos são menos valiosos do que os não lidos, pois estes representam o vasto universo do que ainda se desconhece. Será que board games não jogados seriam mais valiosos do que os já jogados? :thinking:

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Nessa Black Friday eu gastei muito mais do que imaginava com o hobby. Eu sabia que estava sofrendo que estava com impulso e imediatismo, mas não me arrependi (pelo menos, até agora kkk).

Eu jogava alguns jogos de tabuleiro no meio do ano passado, em luderia com um grupo de amigos. Comecei a ver videos, entrar em grupos de whatsapp e conhecer o comparajogos, apenas no final de 2024. Para mim era loucura pagar mais de 200 reais em um jogo. Acabou que comprei Wingspan 420, Azul Chocolate 330, Pandemic 180 e Wingspans Oceania 140, e por mim era isso. Se quisesse mais algum jogo, teria que vender algum desses.

Infelizmente meus 3 grupos de BG meio que se quebraram este ano. Arquivei os inúmeros grupos de wpp e é isso, mal lembrei do hobbie este ano e, consequentemente, não via preços de jogos. Acho que quando vi superstore 3000 e achei a coisa mais tosca do mundo (e um tanto de canal elogiando) eu desanimei também.

Até que comecei a namorar em meados de outubro e a ela gosta (inclusive já foi garçonete em uma luderia, mas apenas servia, não explicava) de BGs. E logo depois comecei a receber uns emails do Compara Jogos porque A Tripulação, que estava na minha lista de desejos, começou a pipocar nas lojas. Fui atrás e comprei imediatamente. Nisso, comecei a entrar mais aqui no site, desarquivar e participar dos grupos de wpp de BG…

Até que vi Agricola 15 por 370. Fiquei muito em dúvida se pegava ou não, mesmo não tendo muita mesa pra jogar agora. Resolvi pegar esses 370, investir um pouco mais e comprar Bohnanza (105) Pega em 6! (105), Sky Team (199) e Love Letter (76). Na real, me arrependi um pouco desses 2 primeiros, achei meio bobinho. Comprei só pq tinha que gastar o orçamento pré-estabelecido.

Depois, me empolguei demais e soltei a mão quando vi Scythe (371) comprei pelo preço. Depois peguei o financiamento coletivo de Spirit Island (399) porque tava no último dia. GWT Argentina (163) pelo preço e peguei junto com 7 Wonders Duel (esse para jogar com a mulher) na Brechó Lúdico, aqui da cidade, quis dar uma moral para eles. Depois botei na cabeça que queria Heat (420) e peguei. Depois fui de 7 Wonder pq tava no preção (136) e TTR Europa (280) nem foi o melhor preço, mas cansei de esperar por ele abaixar mais.

No final de tudo, o palhaço aqui ainda foi e pegou o Agricola 15, agora por 390 (mais caro que os 370 inicialmente, mas mais barato parcelando).

Depois a Grok anunciou Wingspan Asia e Europa. Vou pega-los para fechar a coleção. No momento, só pegaria Brass Birmingham e Ark Nova de novos jogos, mas jamais no preço atual.

Obviamente é um valor alto que gastei, mas graças aos céus não me trouxe dívidas, não me apertei financiaramente. Sei que agi por impulso e alguns jogos dificilmente irão ver mesa. Agora é ir atrás dos meus grupos de BGs e tentar reunir a galera novamente. Enquanto isso, 1- minha namorada que sofra tentando aprender GWT hahahaha (ela jogou 3 partidas do aeroporto mais simples de SkyTeam e não entendeu nada :clown_face:), 2- vou jogando solo.

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A grande diferença dos milhares de livros pra milhares de jogos de tabuleiro é a grande quantidade maior de mofo que estará impregnado nos jogos. Jogo tem que abrir pra jogar… ou para fazer uma revisão e manutenção sazonal. Se deixar ele parado, ainda que em condições ideais de umidade e temperatura, vai mofar rsrs…

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Gostei do ponto de vista! Até pq, ninguém se preocupa com FOMO quando falamos de livros , aparentemente. Kkkkkkkkkk

Fiquei pensando aqui, o q é q leva a essa diferença…. Uma biblioteca imensa, mesmo não lida, dificilmente geraria críticas. Mais provável gerar admiração kkkkkkk

Claro que há a diferença de custos, mas isso não deveria ser a variável principal por conta das diferenças de rendas… Até pq, normalmente, ninguém sai por aí contando quanto ganha…

Enfim, divagando aqui….

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É um pensamento bem interessante que pode refletir bem a lógica do consumismo. Dá-se mais valor aquilo que não se conhece e, portanto, instiga-se esse sentimento por meio dos cupons na Black XD. Isso pensando que na coleção de 30 mil Board Games, os não jogados seriam aqueles não comprados.

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Ainda não tenho o cacife para gastar tanto, mas fez ótimas aquisições, de maneira geral.

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Cara, quanta maldade …

Assim terei que jogar sempre todos os meus 30 mil jogos :rofl::rofl::rofl: :rofl:

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Eu acho que ninguém se preocupa com FOMO de livro, porque até o preço gasto começar a ser relevante demora, apesar que se você pegar os influencers de livros, vários recebem críticas por “ser impossível ler tudo aquilo”.

Agora uma coisa que eu percebo é que dentro dos boardgamers existem vários preconceitos, e um deles é o tamanho da coleção. Uma coleção grande é motivo para se envergonhar, enquanto uma coleção pequena é motivo de orgulho. Eu acho isso uma besteira tão grande, pq eu tenho apenas 15 jogos na minha coleção não é pq eu sou a pessoa mais controlada do universo, é porque eu não tenho com quem jogar kkkkkkk se tivesse, teria muito mais.

E penso assim, se a pessoa tem uma coleção de 100 jogos, e joga sempre, qual o problema? Eu acharia muito bom ser amiga dessa pessoa e ir lá jogar com ela. Enfim, devaneios tbm kkk

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Interessante. Penso mais ou menos da mesma maneira.

As vezes da um pouco de preguiça dos neologismos criados pra dar pitaco na vida dos outros kkkkkkkkk.

No fim do dia, o que importa é: está feliz com a sua coleção (indiferente do tamanho) e não está deixando de comprar comida e pagar as contas por isso? Então dane-se qqr neologismo.

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Confesso que eu sou o oposto. Mas eu tenho uma das menores coleções entre meus amigos (sim, são um tanto sem noção mesmo).

Honestamente, desde o começo desse rolo do minimalismo, me incomoda muito essa ideia de que menos faz você ser melhor. Mas cada um, cada dois. Mas definitivamente não gosto do minimalismo, por ser um caminho para você não crescer financeiramente.

PS - Ja espero o Hate.

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Aparentemente, para quem gasta tempo em excesso preocupado com as decisões pessoais dos outros, há um incômodo absurdo contra quem simplesmente não se importa. Tenho dificuldade em entender essa lógica…

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Essa questão de FOMO de livro parece que pega no oposto do boardgame, pois ter muitos livros é sinal de intelectualidade, já para boards seria sinal de consumismo.

O preconceito que você cita é sobre quem consome mais que a média e não necessariamente tem grana, tenho conhecidos que se endividam legal para manter seus hobbies em dia.

No meu ponto de vista, cada um faz o que quer com seu dinheiro, mas eu confesso que me sinto mal quando vejo meus jogos que nunca viram mesa pois eu não li o manual e não aprendi as regras. Neste ano de 2025, eu comprei vários jogos, eu aprendi e li manuais, ensinei e tomei diversas piabas na partidas kkkkk

Por outro lado, me sinto super bem por sair da zona de conforto e aprender um jogo do zero, lendo manuais e vendo vídeos. O mais gostoso é ver o jogo se pagando com ele vendo várias mesas :blush:

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