Justificativa de um jogo Legacy

Oi.

Então, depende da forma como você encara o jogo. Lhe darei dois exemplos:

1 - um colega meu vai no show do Iron Maiden. É uma brincadeira que no total da para comprar uns 3 Frosthaven, mas ele vai mesmo assim. Ah, ele não compra um jogo por mais de 250 reais nem ferrando;

2 - eu já fui num restaurante onde o menu completo era 500 reais por pessoa.

Então, no número 1 é o show e talvez alguns perrengues e momentos e acabou. No n°2, no máximo umas 18hrs depois eu já estaria fazendo o número DOIS -ba-dum—tss.

Então, eu acho que não compensa porque eu vejo um jogo como um produto durável, com vida útil muito longa e não como uma experiência única. E não é questão de rejogabilidade ou algo do tipo, é só a forma que eu encaro o produto e como ele gera valor pra mim, independente do preço.

Lógico também que existem N maneiras de você contornar o tal do “legacy”, desde sleeves até tirar uma cópia das folhas de adesivos até anotar algo num bloquinho e não nos componentes, mas daí isso varia de pessoa para pessoa.

Eu não compraria. Para falar a verdade, nem jogaria tal jogo.

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Eu confesso que eu uso como parâmetro o valor de 1h no cinema para comparar se o jogo justifica ou não (porque ainda tem a questão de comprar o jogo e não conseguir jogar - o meu War on Arrakis, que não consegui jogar ainda).

Já me chamaram de doido por precificar minha diversão dessa forma. Mas cada um cada dois.. kkkk

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