DOFF 24 - Como foi pra você?

E aí? Como foi o Diversão Offline desse ano na sua visão? Depois eu reviso aqui p incluir a minha, mas posso adiantar que foi MUITO boa

Voltando: no sábado eu mais joguei q comprei. E posso dizer q joguei muito. Se bem me lembro, rolou Vale dos Monstros II (já temos o 1), Peaky Blinders, Urbs, Zag, Mondrian (muito bom, mas esqueci de comprar ;_;), Altered (não gostamos) e mais alguns q esqueci pelo caminho. Tem estandes q não dá p chegar perto, como Galapagos, Mosaico ou Across, mas as demais e mais questão de chegar na hora certa p pegar a mesa. Mas sábado p mim e principalmente reencontrar amigos e botar a vida em dia, além de conferir a nova fornada vinda da Fiat Ludens (q aliás; o 4 é um jogo de primeira, tá pronto p sair da caixinha e pegar uma editora; mistura de Van Gogh c A Tripulação, o quarteto novamente mandou bem demais)

No domingo, já foi melhor tanto p compra qto p jogo. COPAG demorou mas qdo entrou foi com os dois pés na porta; Sequence e um jogo muito bom mas já conhecido, eqto Urbs, Enquadrados e Revanche foram gratíssimas surpresas. Não a toa os 3 jogos vieram junto com o Sequence q já era compra certa. Na MeepleBR jogamos Lotta Rome que e um jogo muito bacana e Kubrixx na Grok TB foi ótimo (pena q não tinha no estande). Além disso, conseguimos conferir o Oikos na Meeplestarter que ficou muito bem balanceado e gostoso de jogar, não a toa já bateu a meta e tá alcançando vários objetivos.

O Rikki Tahta e um amor de pessoa, deve estar amando o Brasil pq a energia combinou demais. Conclave, passei p comprar o Van Gogh e já era, não consegui chegar perto de novo.

Ao final, ainda ganhamos uma mesa da Neverland no sorteio do cruzeiro da Kriativos, além de me divertir na Gacha da Akiba Station. Foi novamente, um evento incrível p gente, mas q eu penso q poderia estender p mais um dia (Sea Dragons, da Across, me interessou muito, mas eu não ia ficar horas esperando mesa), alem de uma área aberta por mais tempo p poder jogar a vontade. Mas de QQ forma, o evento em sua maioria foi impecável como sempre e já estou esperando o próximo

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Então, foi a minha primeira experiência no evento! De um modo geral, eu não curti o tanto que achei que iria.
O primeiro ponto negativo foi a parte de, efetivamente, tentar jogar algo.
O excesso de barulho torna impossível se concentrar para conhecer novos jogos (O que, na minha opinião, deveria ser o principal motivo para alguém querer ir no evento).
O segundo ponto negativo foram os preços praticados na venda dos jogos e “promoções”. A maioria dos jogos estavam com preços full range nos stands e algumas das promoções disponíveis, estavam atraladas à compra de 3 unidades de jogos de uma determinada editora, ou seja, o desconto era diluído no preço final.
Destaque para a Paper Games e a Buró que se posicionaram com promoções reais.

Saí do Doff com a impressão de que algumas editora estavam somente querendo empurrar alguns jogos no calor da “emoção”.
Acabei saindo de lá com alguns jogos da Paper Games que já estavam na minha wish list, e foi só.

As editoras deveriam entender que, esta prática de lançar jogos a preços abusivos e, depois de um tempo, derrubar o preço lá no chão acaba matando o desejo de comprar algo na pré-venda ou lançamento e desvaloriza o produto em nossas prateleiras.
Não faz sentido pagar preço cheio, sabendo que daqui a 3 meses, você poderá comprar o mesmo ítem por vezes 30% mais barato!
Ou faz como a devir, que mantém o preço do jogo estável, pelo menos.

Ponto positivo foi ver o pessoal muito atencioso explicando regras, falando com gosto de cada produto… dá pra ver que estamos rodeados de pessoas apaixonadas, porém, a estrutura do evento deixou muito a desejar.

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Fala pessoal, tudo bem com vocês? A gente adorou o DOFF desse ano. Deixamos nossas impressões sobre o sábado aqui pra quem quiser ver

Logo a gente posta sobre o domingo e a nossa análise dos dois dias.

Abraços e bom jogo a todos.

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Mais uma vez eu desisti de ir. Mas um dia eu vou.
Aqui eu não posso dizer “como foi para mim”, mas sempre gosto de ler esses relatos, principalmente as críticas, e ficar de olho para ver se a organização tem feito algo à respeito para melhorar.

Fila para entrar
O problema da demora para entrar parece não ter solução se continuarem a fazer no mesmo local.

Barulho
Sobre o barulho e dificuldade para jogar, acho que também tem relação com o tamanho do local, posso estar enganado, mas acho que um pavilhão maior com um espaçamento maior entre os expositores, deixaria o ambiente mais agradável para jogar.

Promoções
Já as promoções, todo ano a queixa é a mesma. Apenas uma ou outra editora faz valer a pena ir até o evento. E a Paper Games é sempre uma delas. Não sei como isso poderia se resolver, pois as editoras já pagam uma fortuna para comprar o espaço (além de outras dificuldades reveladas mais a diante).

Praça de alimentação
Uma outra queixa frequente no DOFF é a praça de alimentação. No ano passado parece que resolveram colocando uma área bem grande. Nesse ano reduziram pela metade. Gostaria de saber de quem foi se esse novo tamanho foi o suficiente para acomodar todo público.

Divulgação
Um outro ponto que foi comentado aqui em outro tópico no CJ é a má divulgação do evento. Inicialmente eu achei que era uma exagero falar assim. Como alguém que joga não sabe sobre o maior evento de jogos de tabuleiro da América Latina? É, meus amigos, isso é muito mais comum do que parece. No meu próprio grupo de jogo tem gente que nem sabe o que é DOFF. E de certa forma, dada a atual capacidade do evento, foi até bom a divulgação ter sido ruim.
Aqui cabe complementar uma crítica ao site do evento que é muito fraco. Um vento desse tamanho não pode ter um site ruim desse jeito. O mapa do evento estava com problema, mostrando o zoom do mapa do ano passado. Inclusive, o @RomirPlayHouse em uma de suas lives fez uma crítica muito bem colocada sobre esse ponto.

Expositores e mídia especializada
Falando em influencers, o Covil dos Jogos (@paulo )fez uma live sobre o evento e pontuou muito coisa interessante, tanto dos pontos positivos quanto negativos. Falou bastante sobre as dificuldades do pessoal da mídia especializada (imprensa/influencers). Recomendo que assistam, principalmente aos organizadores do evento.
Um dos expositores que estava no chat revelou alguns pontos que não chegam ao conhecimento do público em geral, mas que dão uma ideia da dimensão das dificuldades que eles também passam com o evento. Um exemplo foi que há um número limitado de colaboradores que os expositores podem levar, de acordo com o tamanho locado, até aí OK. Para levar funcionários além disso, o expositor tinha que pagar o mesmo preço do passaporte completo de visitante. Isso afetou principalmente os stands pequenos, pois tinham uma cota muito menor. Se você demorou para ser atendido em stand, talvez parte da causa do problema tenha sido essa dificuldade em levar mais funcionários.

Para finalizar, a ideia aqui foi reunir alguns relatos e torcer para que nas próximas edições do evento possam ser melhor trabalhados.

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É a segunda vez que participei do evento.
Eu (que amo BG) e minha esposa (que não tem tanto interesse, mas joga) amamos.
Fomos nos dois dias. É o que recomendo. Em 2023, fomos apenas no sábado e ficou aquele gosto de quero mais.
Assim que chegamos, fui direto no stand da Across The Board e jogamos Dorfromantik. Amamos o jogo. Porém, só será lançado em dezembro.
Depois, fomos à Galápagos e jogamos Scout, que é maravilhoso. Contudo, por conta das filas pra jogar, foram apenas duas partidas. No domingo, com menos gente no evento, jogamos de novo, e dessa vez, foram 4 partidas. Aí, deu pra pegar o jeito do jogo.
Ainda no sábado, na MeepleBr, joguei ITO, que é um bom party game.
Conheci Pitágoras da Grok.
No domingo, consegui jogar The Founders of The Teothiuacan, após colocar o nome na fila de espera. Comprei esse jogo no ano passado, mas estava na estante da vergonha. Amei o jogo. Vai ver mesa nesse fim de semana. Também joguei Abstratus Pop: excelente party game, mas o preço ainda está alto pra mim. Com o valor dele, comprei Verdant e Aiye, e ainda sobrou. Rs… Mas está na minha wish list.

Pontos positivos:
-Banheiros sem fila, limpos, espalhados pelo evento.

  • Joguei mais do que no ano passado.
  • Funcionários em geral muito simpáticos, atenciosos e prestativos: da limpeza, alimentação, e dos stands, monitores.
  • Conheci novos jogos.
  • Conheci pessoas amantes de bg.
  • Comprei alguns, mas nada caro.

Pontos negativos:

  • Poucas mesas na área de alimentação, o que aconteceu no ano passado também.
  • Jogos bons com preços absurdos (na minha opinião) como o Scount (R$ 169), que não comprei. E esgotou no sábado, que a monitora nos informou.
  • Barulho, porém, é compreensível num evento aberto a tantas pessoas.

Em 2025, estarei lá de novo.
Essa foi minha experiência.

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Então, alguns pontos:

Fila p entrar: q fila? Pq assim, isso foi absolutamente resolvido ano passado. Vc recebe a credencial e qdo e liberado vc entra direto. Não demorei um minuto no sábado qdo tava ali no meio.

Aliás, fica a sugestão p haver pelo menos uma análise de mochilas e tals, como e normal em eventos assim: eu confio na maioria do público, mas não em todos.

Sobre o barulho, concordo q havendo mais espaço poderia ficar menor, mas não acho q exista forma de resolver 100%, a não ser q o estande feche todo o espaço p jogo. E muita gente, infelizmente vai haver barulho

Alimentação, fiquei sabendo q havia alimentação no andar de cima (mas mesmo o de baixo era bem bom e consegui mesa rápido) e isso nos leva a única crítica q tenho real

Divulgação: e preciso melhorar e eu gostaria de ter sugestões mas não tenho. Muita gente envolvida no meio não sabe do DOFF. Mas como alcançar essas pessoas? Onde esta faltando chegar? Além disso, comunicação no local; só na segunda fiquei sabendo do restaurante no andar de cima, não vi nada falando sobre isso antes ou mesmo la

Problema do Scout e que e da Oink; não sei se eles fazem jogo c ouro, mas mesmo lá fora são caríssimos. Eu sabia q viria caro, 160± p mim ficou ótimo, esperava q fosse mais

Além disso, mesmo dois dias, ainda da vontade de mais eheheh

O relato de demora para entrar, na verdade, é sobre o credenciamento (que é necessário para entrar), e foi exposto na live do Covil dos Jogos (02:56:00). Lá falaram em mais de uma hora para conseguir a credencial.
Provavelmente eles pegaram um momento ruim e você um momento para entrar.

Sobre a alimentação, isso é uma ótima notícia. Mesmo que a @Carla_Leticia tenha pontuado como negativo.

Então, eu não duvido dela, pq o horário q eu fui podia tá tranquilo. Porém havia o 2 andar q acho q ninguém sabia

Sobre o credenciamento, provavelmente se trata de imprensa, não público geral eu acho, pq havia o pré credenciamento, q vc fazia na ludus. (Novamente, pode haver aqui falta de divulgação da possibilidade de pre credenciamento). Eu cheguei as 9 no sábado e não vi fila no credenciamento geral (ficava no fundo; cheguei mesmo horário domingo e nem fila havia). Mas como não havia credenciamento antecipado de imprensa, aí já pode ter complicado tudo, pq era feito tudo em um único lugar (imprensa, apoio, convidado, etc)

Excelente publicação, nunca foi na DOFF e acho que esse debate me faz pensar se vale realmente sair de BH para o evento kkkkkkkkk
Acho interessante o evento e as oportunidades de poder ver lançamentos, conversar com o pessoal dos stands, mas essa cultura do lançamento em peso de ouro me faz pensar demais sobre o peso de um evento desses na minha vida como colecionador
Talvez deixar de ir no DOFF e ir economizando pra ir em Essen? Qm sabe?! kkkkkk

Faltaram mesas. Mas havia uma diversidade de alimentos. Ninguém quer comer sentado no chão, como tive que fazer no ano passado. Neste ano, dei sorte apenas no domingo e consegui mesa.
Eu não sabia do segundo andar. Deveriam divulgar melhor. Talvez, tivesse sido mais fácil encontrar lugar pra sentar e comer com tranquilidade.

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Acho que vale à pena ir ao DOFF, sim. Mas iria nos dois dias. Essen é um sonho. Também vou me planejar para ir algum dia.

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Scout me decepcionou demais, acho q faltou uma atenção para a localização de preços, assim como a Steam faz com os lançamentos no BR, não é uma simples conversão direta, tem diversos fatores que interferem para mais ou para menos num preço, eu realmente acho q o preço foi MUITO fora do q brasileiro médio poderia pagar, o jogo tinha mt potencial de viralizar pra fora da bolha e poderiam lucrar com o jogo vendendo em volume.
Essa questão do jogo ser mais caro lá fora me deixa mt pensativo, pq temos q levar em consideração que jogo custa o q, 20 doletas,? Caro pro padrão de jogos lá fora, mas o q são 20 doletas pra um estadunidense/europeu? O q são 150 reais pra um BR? Sei lá, me deixa um gosto amargo

Concordo com Sérgio Ferreira. Scout poderia ter vindo com um preço mais baixo, de forma a ser mais acessível até mesmo a quem não é muito do mundo dos boardgames.
Apesar de ser um excelente jogo, é uma caixa pequena apenas com cartas e fichas de papelão muito bem ilustradas. Nada a mais que justifique um preço tão alto. Em sites de compra internacional, pela editora original Oink, você acha por um preço bem mais baixo. Isso está acontecendo com outro jogo muito bom da Oink: deep Sea adventure.
Enfim, por 169 reais, preferi comprar outros jogos.
A papergames está de parabéns com as promoções que fez. Por isso, sempre há filas enormes em seu stand.

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Eu gostei mas não sei se devo voltar. Esse ano mesmo eu já não iria, mas a namorada teve sorte de ganhar o passaporte para duas pessoas no Cruzeiro Kriativos Onboard.

Acho que virou um evento para as pessoas que “controlam” o hobby no país se encontrarem, network para quem quiser entrar na turma e novas editoras tentando a sorte. Uma coisa boa é a quantidade de novos jogos nacionais, isso me deixa bem feliz!

Já virou padrão o sábado ser super lotado e domingo um pouco mais tranquilo para jogar.

Acredito que o evento precise reformular essa questão de lançamentos, mesas de futuros lançamentos e descontos se quiser manter o crescimento do público (apesar que vai continuar crescendo, só não sei até quando).

O site oficial precisa de melhor atenção:

  • Mapa com zoom desatualizado mostrando o mapa do ano passado
  • Precisa de uma lista de jogos das editoras que estarão presentes no evento (sem preços ou lançamentos surpresa), para o público ter ideia do que vai conseguir jogar ou ver como é, se gosta e etc.
  • Clareza de onde está disponível comer, o site só comenta o espaço disponível, não diz o que vai ter ou um cardápio virtual.

Se a ideia é atrair quem não é do hobby, que as informações estejam claras para quem não está no hobby e só tem acesso ao site oficial.

O evento precisa de:

  • Mesas livres para jogatinas! Comprei um jogo e já posso colocar na mesa para jogar com os amigos no evento? Maravilha! Aqui até entendo que ficaram algumas mesas dando sopa em certos espaços, mas como vou saber se posso utilizar para jogar algo meu? Tento a sorte?
  • Um dia adicional para imprensa ou até mesmo as editoras anunciarem os jogos que estarão no evento, estilo E3 (RIP) com as publishers e imprensa… Aí o público chega no sábado e domingo só para jogar e comprar os lançamentos, já sabendo o que esperar.

As editoras:

  • Descontos de verdade ou pelo menos estoque suficiente para os dois dias (você mesmo Grok Games, até disse que teria mas no fim no domingo acabou bem antes e com uma quantidade menor de pessoas)
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O doff e mais q os lançamentos; eu posso passar pelos lançamentos sem ver nenhum tranquilamente. Mas encontrar amigos do país todo, passar dois dias respirando jogo de tabuleiro, não tem momento melhor.

Essen e bom? E ótimo, eu já estive lá, foi incrível. Mas ter os amigos ao redor (e não me refiro a jogar c elas), e outra coisa. Eu tô no meio há uns anos já e conheci a maioria dos amigos no meio através de eventos assim. Então, Essen não substitui o doff, exceto se a única coisa q importa a vc e comprar os lançamentos.

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Concordo, mas o problema e q a Galapagos já deve ter tido um custo muito maior devido a compra da licença. Duvido q a oink vendeu barato

Certamente investiram um bom dinheiro e na lógica eles precisam reaver essa grana, ele escolheram ter esse dinheiro a curto prazo kkkkkk

Esse é um ponto importante, cada um vai por um motivo diferente.
Não dá para dizer que o evento é ou deve ser sobre “isso ou aquilo”. Não podemos cair na armadilha e achar que o evento deve ser unicamente para atender nossas expectativas individuais.
Tem gente que vai para comprar lançamento, tem gente que vai para comprar qualquer coisa em promoção, tem quem vá só para encontrar amigos, e assim por diante.

Quanto mais perfis conseguir atender, melhor. Mas para isso é preciso crescer.
E por falar nisso, foi divulgado que o DOFF 2025 está previsto para iniciar no dia 19/06/2025, em uma quinta-feira. Será que teremos quatro dias de evento?

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Eu ja tomei muita reclamacao no outro site por postar sobre isso.

Mas o DOFF e um evento em que o jogador nao e o cliente, ele e o produto. Com isso, acabo nunca indo, pq para ser produto quero entrada de graca, quero conveniencia, quero facilidade.

Existem varias coisas pequenas que poderia ser feita que viraria mais interessante, mas como voce nao faz desnecessario para agradar o produto, as coisas nao melhoram.

Alguns exemplos:

  • Biblioteca de jogo em sala dedicada para jogar
  • Torneios de jogos
  • Disponibilizar um agendamento para jogar partidas de coisas maiores (TI4, Here I stand, Axis and Allies e outros jogos que pedem varios jogadores e levam um grande tempo)
  • Colocar uma infra boa de alimentacao (vai ser cara, isso nao tem jeito, mas pelo menos pode ser boa) com opcoes e ue nao tenha filas interminaveis
  • Mercado de usados/ salao de trocas

No final, sao varias coisas q fariam e a experiencia melhor para o consumidor, mas como o cliente do Doff sao as editoras, nao so custa para fazer isso, como tambem reduz o valor do evento para as editoras, entao provavelmente isso nunca acontecera.

My 3 cents (damn inflation).

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